Obrigado pela guarda, pela proteção, pela inspiração e pela evocação de energias que muitas, muitas vezes me faltaram, e diante de cuja falta a seculariedade dos teus tentos me deixou em pé e manteve alto o meu braço por quem nada tinha senão a esperança de ver a perda de um filho não ser negada ou impunida.
Eu não sou nada, nunca fiz nada, nunca fui capaz de nada, nunca alcancei ou superei nada. Foi sempre Deus quem fez tudo.
E tú fostes o símbolo da presença Dele guinando os meus passos, serenando meu coração e dizendo os meus dizeres, sem que eu precisasse, nunca, ver para onde isso me levaria. Mas apenas crendo em ti.
Bom descanso.
2.018: Check.
É tempo de curvar os ombros. E descansar…
